TX. JR. 30: 7-11
INTRODUÇÃO.
Judá estava preste a ser subvertida pelos caldeus, e todos haviam de ir para o cativeiro de setenta anos. No meio deste cenário profético, parece que tudo estava perdido. As profecias falsas não haviam se cumprido e para o povo não havia mais esperança. No entanto, nesse momento tão cruciante da historia de Judá, Deus continua a usar o profeta Jeremias, que podemos chamar de profeta da esperança.
I. O QUE É ESPERANÇA
A esperança é uma virtude que norteia a fé cristã, e sem ela não alcançaríamos a excelência de uma vida vitoriosa em Cristo.
1 Esperança significa anelar por alcança algo no futuro, pelo qual não desfalecemos em momento algum.
A certeza das coisas futuras reside na esperança que temos nas promessas feitas por Jesus nas suas santas palavras.
Jesus nos prometeu uma morada eterna, e por ela nos esperamos. Isso é caracterizada por esperança.
2. Esperança - no livro de Jeremias – A esperança de Jeremias da-se no momento mais dramático, quando Jeremias vê no horizonte profético a restauração de Israel, para além dos setenta anos do cativeiro babilônico.
O Período chamado como angustia de Jocó, quando Deus vai provar mais uma vez a nação de Israel.
II. ANGUSTIA DE JOCÓ
1. A angustia de Jacó.
A historia de Israel, para mim é uma das historias mais linda que nos fascina ao estudá-las, mas compreender é uma questão de muitos estudos sistemáticos dos acontecimentos históricos e profeticos.
A angustia de Jocó, terá seu inicio com a grande tribulação, quando o tempo dos gentios terá terminado, então Deus tratará com a nação de Israel, o que se derá logo após o arrebatamento da Igreja.
O povo de Israel já ressuscitou como nação politicamente organizada, se olharmos com base na visão do vale de ossos secos de Ez. 37. O estado de Israel foi formado em 14 de Maio de 1948. As 69 semanas profética de Daniel (Dn 9:24). No entanto Israel ainda continua em pecado sem reconhecer Cristo como o messias prometido.
Somente no período da Grande Tribulação, conhecida como angustia de Jocó, é que Israel realmente se converterá e reconhecerá Cristo como o Messias prometido.
2. Profecia de Ezequiel.
Ezequiel nos capítulos 38 e 39 usa linguagem simbólica de Gogue e terras de Magogue que invadiriam Israel.
Politicamente falando Gogue, é uma referencia a Rússia segundo alguns teólogos, um inimigo incrível que se levantaria do extremo norte. Este inimigo se constituído de grande nação que reunirá a sua volta alguns aliados.
Quando a luta estiver no auge da peleja, Deus intervirá milagrosamente em favor de Israel, e ele será salvo.
3. Profecia de Daniel.
Em Daniel vemos as 70 semanas proféticas. Quando estamos tratando de profecias precisamos entender que o tempo cronológico de Deus é diferente do nosso. A setuagésima semana profética terá seu inicio com o arrebatamento da Igreja. Assim, a metade da semana que fala Daniel da aliança firmada com Israel que será rompida na metade da semana, ai, então, que se dará a angustia de Jocó. Neste momento eles vão entender que foram enganados.
4. Profecia de Zacarias.
Israel sempre foi alvo das demais nações da terra. Em todos os tempos Israel sofreu perseguição, e Deus sempre deu livramento para mostrar o seu amor e chamar Israel ao arrependimento. Até aqui, Israel não reconheceu na totalidade o grande amor de Deus. Assim, chegará o momento que Deus deixará em aperto para dar o ultimo e cabal livramento.
O período que fala o profeta Zacarias dar-sê-a no culminar da chamada guerra do Armagedom, quando todas as nações se levantará para guerrear contra Israel.
Nesse momento Cristo aparecerá e colocará seus pés no monte das Oliveira e ele se fenderá ao meio e abrirá caminho por onde Israel escapará. Deus dará então livramento ao Seu povo, a menina de seus olhos.
Assim, os inimigos de Israel será aniquilado, e haverá então, a tão grande esperada esperança contra a própria esperança que parecia ser impossível.
As aliança de Deus com Israel, jamais falhará, Desde as terras de Ur, terra de Abrão, até a culminante guerra do Armagedom, Israel está debaixo da aliança de Deus, Aleluia.
III. RESTABELECIMENTO DE ISRAEL
1. A volta de Israel a sua Terra.
Desde de o ano 722 a.C. quando os assírios destruíram o reino do norte (Israel), levando cativeiro as 10 tribos, a nação de Israel propriamente dita, desapareceu, e quando vemos voltar cativeiro babilônico, só aparece à nação de Judá que era o reino do Sul, constituída por 2 tribos. Porem, a promessa de Deus é que traria todas as tribos desde Dã que foi a tribo que não se destacou nas conquistas da terras, mas livro de Apocalipse 7:5-8, aparece com a lista das 12 tribos (chamada de Aser). Em I Cr 12.35. Em chamada se Aser em I Cr. 27:22 e chamada de Dã.
Ali Israel, tomará posse definitiva de sua herança que eles tanto lutam hoje para preservá-la.
2. Restabelecimento do Estado de Israel.
Nem a devastadora II guerra mundial, muito menos a Alemanha de Hitler, conseguiu apagar Israel do mapa. Alias, treze anos após a guerra Israel estava se firmando com Estado. As profecias tinham que se cumprir.
Deus não ia levantar Israel, quando ele era um estado poderoso, Deus deixou para restaurar tudo no momento mais critico da história, não só de Israel, mas do mundo inteiro.
A visão de Ez. 37 (vale de ossos), agora já tinha carne, pele e estavam em pé. Mesmo como nação, Israel ainda não tem vida espiritual na sua totalidade.
3. A retomada de Jerusalém.
Na década de 60, Israel com apenas de 17 anos de vida / estado, ganha uma guerra quase impossível, em 1980 o primeiro ministro Menchem Begin, declarou para o mundo, Jerusalém é capital indivisível de Israel.
A consolidação do Estado de Israel é um marco fundamento no palco da escatologia, e na contagem do relógio de Deus baseado em Lc 21:30
Quando a figueira começam a brotar, sabeis por vós mesmos, ao vê-las, que já está próximo o verão.
Em cantares de Salomão 2: 12:
Eis que passou o inferno: a chuva cessou e se foi. Aparecem as flores na terra, e tempo de canta chega, a voz do rola se ouve em nossa terra.
O inverno para Israel já passou; em breve a rola cantará (Espírito Santo, por que Israel ainda não recebeu a Cristo).
CONCLUSÃO:
Jeremias viu longe uma promessa, e se valeu de uma promessa que ele mesmo não viu cumprir, mas ela tão real que em pleno século XXI podemos constatar quão grande é o nosso Deus.
Assim, como a nação de Israel, ou como Jeremias esperou contra a esperança, você meu amigo leitor ou internauta que possível estará lendo através desse Blog (profjaimebergamim.blogspot.com) esse estudo, possamos estar firme, porque Deus jamais falhará com a sua aliança para com seu povo. Pense nisso, Deus ama você.
Amem.
sábado, 29 de maio de 2010
sexta-feira, 21 de maio de 2010
O PODER DA VERDADEIRA PROFECIA
Jr. 28.5-12, 16,17
Jeremias, um profeta verdadeiro em meios aos profetas falsos; ele faz a diferença, pois Deus vela pela sua palavra quando ele manda falar.
Os falsos profetas, não trabalham em favor do povo, mas em favor de si próprio esquecendo que Deus não os autorizou a falar em seu nome.
Na nossa lição, encontramos o tal de Hananias, um homem pouco conhecido, apenas sabemos que era filho de Azu. Era um homem talentoso a vista humana, mas a vista de Deus não passava de um enganador do povo.
Ele se aproveitava para falar somente aquilo que o povo gostava de ouvir sem se preocupara com a vontade divina, que era outra, e acima de tudo contraria o que ele profetizava.
A suas palavras foram afrontas contra Jeremias que era um autentica profeta do Senhor que exortava Judá ao arrependimento e aceitar o cativeiro Babilônico como plano de Deus.
Assim, Hananias nada mais fazia do que induzir o povo a rebelião.
Ele afirmou que em dois anos os cativos seriam repatriados e os tesouros do santo templo devolvidos. No entanto isso não se cumpriu.
Ele conseguiu agradar o rei.
Como homem de Deus não deve falar aquilo que o povo gosta, mas aquilo que Deus quer de melhor para seu, ainda que no presente momento a palavra pareça dura, mas no seu final trará refrigério para as almas.
Deus Está em busca de verdadeiros profetas, e não de meros paroleiros ou aventureiros.
Tais profetas são passivos do castigo divino, como aconteceu com Hananias, que morreu conforme a palavra do profeta Jeremias ( Jr. 28:16).
O castigo de Deus não tardou, e nem cai por terra à palavra do profeta Jeremias. Deus vela pela sua palavra, mas não tem compromisso com aquilo que ele não falou.
O dom de profecia que Deus nos concede, deve ser colado único exclusivamente a serviço da obra de Deus.
Deixe Deus te usara, e nunca use a Deus, coloque se a disposição dele, e ele te honrará.
O juízo de Deus vira sobre todos os profetas, que sem temor brincam com o nome de Deus e de sua santidade. Tais profetas receberão a justa recompensa a seu tempo.
Em pleno século XXI, precisamos estar alerta e com muito cuida em relação aos falsos profetas.
Eles estão ai para enganar a muitos, e se possível até os escolhidos de Deus (Mt. 24.11).
O Senhor Diz que ele viria e enganaria a muitos. Assim precisamos tomar alguns cuidados.
Qual a procedência do profeta: Estamos vivendo uma onda de avivalistas e autodenominados conferencistas, que muitas vezes não sabemos de onde vêm, e se oferecem para pregar em nossas igrejas, e muitos pastores levado por motivações pessoais acabam por entregar o púlpito de sua igreja a esse mercenários que induzem muitos servos de Deus a erros.
Muito desses profetas, são verdadeiro marqueteiros, que vendem produtos baratos e levantam grande somas de dinheiros em troca de mensagens desprovida de teologia Bíblica, e por que não dizermos divorciada das Escrituras. Um evangelho fácil e sem compromisso que não leva o pecador ao arrependimento e nem glorifica o nome de Jesus. Desses tais, fujam.
A qualidade da mensagem do verdadeiro profeta engrandece a Deus, e leva efeito à alma sedenta, ao contrario das mensagens dos falsos profetas que enganam e insinuam a apostasia entre o povo de Deus.
Alem do mais, esses falsos profetas não respeitam a autoridade do pastor local quando falam até mesmo contra o rebanho que ele pastoreia, deixando em descrédito a imagem do pastor local.
Foi exatamente isso que Hananais fez com a imagem do profeta Jeremias.
Cuidemos-nos para não cairmos nessas armadilhas diabólicas e satânica disfarçadas de mensagens lindas, mas que não passam de falsos discurso vazios e ecos.
Que Deus nos de sabedoria e visão para conhecemos os verdadeiros profetas do Senhor.
Amem.
Pb. Jaime Bergamim
Prof da Escola Bíblica Dominical
Em Campina Grande do Sul
Região metropolitana de Curitiba-Pr
Jeremias, um profeta verdadeiro em meios aos profetas falsos; ele faz a diferença, pois Deus vela pela sua palavra quando ele manda falar.
Os falsos profetas, não trabalham em favor do povo, mas em favor de si próprio esquecendo que Deus não os autorizou a falar em seu nome.
Na nossa lição, encontramos o tal de Hananias, um homem pouco conhecido, apenas sabemos que era filho de Azu. Era um homem talentoso a vista humana, mas a vista de Deus não passava de um enganador do povo.
Ele se aproveitava para falar somente aquilo que o povo gostava de ouvir sem se preocupara com a vontade divina, que era outra, e acima de tudo contraria o que ele profetizava.
A suas palavras foram afrontas contra Jeremias que era um autentica profeta do Senhor que exortava Judá ao arrependimento e aceitar o cativeiro Babilônico como plano de Deus.
Assim, Hananias nada mais fazia do que induzir o povo a rebelião.
Ele afirmou que em dois anos os cativos seriam repatriados e os tesouros do santo templo devolvidos. No entanto isso não se cumpriu.
Ele conseguiu agradar o rei.
Como homem de Deus não deve falar aquilo que o povo gosta, mas aquilo que Deus quer de melhor para seu, ainda que no presente momento a palavra pareça dura, mas no seu final trará refrigério para as almas.
Deus Está em busca de verdadeiros profetas, e não de meros paroleiros ou aventureiros.
Tais profetas são passivos do castigo divino, como aconteceu com Hananias, que morreu conforme a palavra do profeta Jeremias ( Jr. 28:16).
O castigo de Deus não tardou, e nem cai por terra à palavra do profeta Jeremias. Deus vela pela sua palavra, mas não tem compromisso com aquilo que ele não falou.
O dom de profecia que Deus nos concede, deve ser colado único exclusivamente a serviço da obra de Deus.
Deixe Deus te usara, e nunca use a Deus, coloque se a disposição dele, e ele te honrará.
O juízo de Deus vira sobre todos os profetas, que sem temor brincam com o nome de Deus e de sua santidade. Tais profetas receberão a justa recompensa a seu tempo.
Em pleno século XXI, precisamos estar alerta e com muito cuida em relação aos falsos profetas.
Eles estão ai para enganar a muitos, e se possível até os escolhidos de Deus (Mt. 24.11).
O Senhor Diz que ele viria e enganaria a muitos. Assim precisamos tomar alguns cuidados.
Qual a procedência do profeta: Estamos vivendo uma onda de avivalistas e autodenominados conferencistas, que muitas vezes não sabemos de onde vêm, e se oferecem para pregar em nossas igrejas, e muitos pastores levado por motivações pessoais acabam por entregar o púlpito de sua igreja a esse mercenários que induzem muitos servos de Deus a erros.
Muito desses profetas, são verdadeiro marqueteiros, que vendem produtos baratos e levantam grande somas de dinheiros em troca de mensagens desprovida de teologia Bíblica, e por que não dizermos divorciada das Escrituras. Um evangelho fácil e sem compromisso que não leva o pecador ao arrependimento e nem glorifica o nome de Jesus. Desses tais, fujam.
A qualidade da mensagem do verdadeiro profeta engrandece a Deus, e leva efeito à alma sedenta, ao contrario das mensagens dos falsos profetas que enganam e insinuam a apostasia entre o povo de Deus.
Alem do mais, esses falsos profetas não respeitam a autoridade do pastor local quando falam até mesmo contra o rebanho que ele pastoreia, deixando em descrédito a imagem do pastor local.
Foi exatamente isso que Hananais fez com a imagem do profeta Jeremias.
Cuidemos-nos para não cairmos nessas armadilhas diabólicas e satânica disfarçadas de mensagens lindas, mas que não passam de falsos discurso vazios e ecos.
Que Deus nos de sabedoria e visão para conhecemos os verdadeiros profetas do Senhor.
Amem.
Pb. Jaime Bergamim
Prof da Escola Bíblica Dominical
Em Campina Grande do Sul
Região metropolitana de Curitiba-Pr
sábado, 15 de maio de 2010
quinta-feira, 13 de maio de 2010
O CUIDADO COM AS OVELHAS
Lição da ebd NR. 7 DE 16/05/2010
Jr. 23: 1-4 e Jo. 10: 1- 5
Introdução
O capitulo 23 de Jeremias começa com um exortação aos pastores de Israel, mas infelizmente o novo rei e seus conselheiro não fizeram caso dos aviso de Jeremias. Eles se tornaram iguais a “pastores” que não se preocupam com o bem-estar das ovelhas. Como resultado disso Deus disse que o rebanho (Judá) seria espalhado pelo mundo, até o tempo que o verdadeiro pastor as reunisse novamente.
Os sacerdotes e os profetas também eram culpados de levar o povo ao pecado. “Jeremias lamenta que “ Eles quebraram seu coração” Jr. 23.9 “ Quanto aos profetas . Meu coração está quebrantado dentro de mim; todos os meus ossos estremece: sou como um homem embriagado e como um homem vencido pelo vinho, por causa do Senhor e por causa das palavra da sua santidade”.
I. O QUE É UM PASTOR
É aquele que administra o rebanho. Administrar teme sentido de conduzir, leva de forma coerente.
1. Obrigação do Pastor
Sua obrigação e cuidar do rebanho que o Senhor colocou em suas mão. Orar e interceder e ministrar a palavra ao rebanho.
O pastor não precisa ser um astro, pois não essa a sua função, mas ministrar a palavra Santa e verdadeira de Deus.
O pastor não tem necessidade de ser popular, pois os verdadeiros pastores quase sempre estão no anonimato.
Exemplo de Davi e Amos; homens que foram tirados de traz do rebanho para ministrar ao povo de Israel.
O grande problema hoje, é que tais pastores esquecem de suas responsabilidades com rebanho e tornam-se aventureiros. Tais pastores são como nuvens sem águas levada pelo vento.
O pastor deve apascentar e guarda cada uma das ovelhas que lhe confiou o sumo pastor.
2. Os reis.
Os reis também ocupavam um papel importante no plano de Deus para com a nação. O primeiro rei de Israel “Davi”, foi escolhido por Deus quando ainda apascentava o rebanho de seu pai Jessé. Davi tinha alma de pastor.
Em certo momento, Davi dava sua vida para resgatar uma das suas ovelhas que estava sob ameaça.
Mas ao contrario de Davi, levantaram reis em Israel que defendiam apenas seus interesses em vez dos interesses do rebanho.
2. Os sacerdotes.
Os sacerdotes também tinham seu papel como representante do povo diante de Deus.
O Sacerdote ouvia o povo e apresentava suas causas a Deus.
O profeta: ouvia Deus e apresentava ao povo os oráculos de Deus.
A acusação de Jeremias era que os sacerdotes estavam apascentando a si próprios.
3.Os profetas
Como dissemos, os profetas anunciavam os oráculos de Deus ao povo, e em sumo eram também pastores do rebanho. Mas, ao contrario disso, tais profetas de Israel estavam mentindo, e combatendo os verdadeiros profetas do Senhor.
Como mensageiro das palavra de Deus, que apregoamos a mensagem profética, qual tem sido a nossa postura diante do rebanho do Senhor? Temos nós ouvido a voz do Senhor e transmitido ao povo que estão faminto por uma mensagem Cristocentrica
III. ISRAEL FOI DESTRUIDO POR LHE FALTAR VERDADEIROS PASTORES
Eis o grande desafio para a igreja do século XXI, onde estamos sendo minados por falsos mestres e doutores alienados da palavra de Deus.
A minha preocupação como obreiro auxiliar, é saber por que muitas igrejas dividiram e outras estão no mesmo caminho. Por que tanta evasão de nosso povo para outras igrejas coirmãs.
Que tipo de mensagem temos pregado para nosso povo? O rebanho do Senhor está farto e mensagens vazias e desprovidas de unção, ou de meros aventureiros e pregadores de final de semana com suas mensagem se cunho teológicos cristão.
Ninguém vai em busca de outra igreja, quando estão sendo bem alimentadas na sua congregação. Penso que é tempo de revermos nossos conceitos.
Os falsos profetas estão ai a espreita de qualquer fraquejar nosso, prontos para atacar e destruir o rebanho que Deus nos confiou. Estejamos alerto, pois a paz pregada por muitos supostos homens de Deus, são falsas, pois a palavra de Deus nos diz: No mundo tereis aflição. . . Quando disse paz, paz haverá repentina destruição.
IV. OS DEVERES DAS OVELHAS
Assim como os pastores tem deveres com as ovelhas, da mesma forma as ovelhas tem dever com o pastor.
Honrar os vossos pastores é dever de todas as ovelhas, imita-los em sua maneira de viver ( Hb. 13.7)
Obediências – Devemos obedecer nossos pastores, pois eles nos representam diante de Deus. São eles os intercessores de nossas almas.
Existem muitos membros que caluniam seu pastor, dirigem-lhes palavras indignas, e negam-lhes o respeito devido.
CONCLUSÃO
Jesus o sumo pastor, um dia pedira conta de nosso trabalho como ensinadores do rebanho. O que temos feito para o crescimento das ovelhas como temos conduzidas as fontes de águas e aos pastos verdes.
Elas conhecem ainda, a voz do seu pastor, ou estão seguindo mercenários?
Eis a grande questão para se pensar.
Jr. 23: 1-4 e Jo. 10: 1- 5
Introdução
O capitulo 23 de Jeremias começa com um exortação aos pastores de Israel, mas infelizmente o novo rei e seus conselheiro não fizeram caso dos aviso de Jeremias. Eles se tornaram iguais a “pastores” que não se preocupam com o bem-estar das ovelhas. Como resultado disso Deus disse que o rebanho (Judá) seria espalhado pelo mundo, até o tempo que o verdadeiro pastor as reunisse novamente.
Os sacerdotes e os profetas também eram culpados de levar o povo ao pecado. “Jeremias lamenta que “ Eles quebraram seu coração” Jr. 23.9 “ Quanto aos profetas . Meu coração está quebrantado dentro de mim; todos os meus ossos estremece: sou como um homem embriagado e como um homem vencido pelo vinho, por causa do Senhor e por causa das palavra da sua santidade”.
I. O QUE É UM PASTOR
É aquele que administra o rebanho. Administrar teme sentido de conduzir, leva de forma coerente.
1. Obrigação do Pastor
Sua obrigação e cuidar do rebanho que o Senhor colocou em suas mão. Orar e interceder e ministrar a palavra ao rebanho.
O pastor não precisa ser um astro, pois não essa a sua função, mas ministrar a palavra Santa e verdadeira de Deus.
O pastor não tem necessidade de ser popular, pois os verdadeiros pastores quase sempre estão no anonimato.
Exemplo de Davi e Amos; homens que foram tirados de traz do rebanho para ministrar ao povo de Israel.
O grande problema hoje, é que tais pastores esquecem de suas responsabilidades com rebanho e tornam-se aventureiros. Tais pastores são como nuvens sem águas levada pelo vento.
O pastor deve apascentar e guarda cada uma das ovelhas que lhe confiou o sumo pastor.
2. Os reis.
Os reis também ocupavam um papel importante no plano de Deus para com a nação. O primeiro rei de Israel “Davi”, foi escolhido por Deus quando ainda apascentava o rebanho de seu pai Jessé. Davi tinha alma de pastor.
Em certo momento, Davi dava sua vida para resgatar uma das suas ovelhas que estava sob ameaça.
Mas ao contrario de Davi, levantaram reis em Israel que defendiam apenas seus interesses em vez dos interesses do rebanho.
2. Os sacerdotes.
Os sacerdotes também tinham seu papel como representante do povo diante de Deus.
O Sacerdote ouvia o povo e apresentava suas causas a Deus.
O profeta: ouvia Deus e apresentava ao povo os oráculos de Deus.
A acusação de Jeremias era que os sacerdotes estavam apascentando a si próprios.
3.Os profetas
Como dissemos, os profetas anunciavam os oráculos de Deus ao povo, e em sumo eram também pastores do rebanho. Mas, ao contrario disso, tais profetas de Israel estavam mentindo, e combatendo os verdadeiros profetas do Senhor.
Como mensageiro das palavra de Deus, que apregoamos a mensagem profética, qual tem sido a nossa postura diante do rebanho do Senhor? Temos nós ouvido a voz do Senhor e transmitido ao povo que estão faminto por uma mensagem Cristocentrica
III. ISRAEL FOI DESTRUIDO POR LHE FALTAR VERDADEIROS PASTORES
Eis o grande desafio para a igreja do século XXI, onde estamos sendo minados por falsos mestres e doutores alienados da palavra de Deus.
A minha preocupação como obreiro auxiliar, é saber por que muitas igrejas dividiram e outras estão no mesmo caminho. Por que tanta evasão de nosso povo para outras igrejas coirmãs.
Que tipo de mensagem temos pregado para nosso povo? O rebanho do Senhor está farto e mensagens vazias e desprovidas de unção, ou de meros aventureiros e pregadores de final de semana com suas mensagem se cunho teológicos cristão.
Ninguém vai em busca de outra igreja, quando estão sendo bem alimentadas na sua congregação. Penso que é tempo de revermos nossos conceitos.
Os falsos profetas estão ai a espreita de qualquer fraquejar nosso, prontos para atacar e destruir o rebanho que Deus nos confiou. Estejamos alerto, pois a paz pregada por muitos supostos homens de Deus, são falsas, pois a palavra de Deus nos diz: No mundo tereis aflição. . . Quando disse paz, paz haverá repentina destruição.
IV. OS DEVERES DAS OVELHAS
Assim como os pastores tem deveres com as ovelhas, da mesma forma as ovelhas tem dever com o pastor.
Honrar os vossos pastores é dever de todas as ovelhas, imita-los em sua maneira de viver ( Hb. 13.7)
Obediências – Devemos obedecer nossos pastores, pois eles nos representam diante de Deus. São eles os intercessores de nossas almas.
Existem muitos membros que caluniam seu pastor, dirigem-lhes palavras indignas, e negam-lhes o respeito devido.
CONCLUSÃO
Jesus o sumo pastor, um dia pedira conta de nosso trabalho como ensinadores do rebanho. O que temos feito para o crescimento das ovelhas como temos conduzidas as fontes de águas e aos pastos verdes.
Elas conhecem ainda, a voz do seu pastor, ou estão seguindo mercenários?
Eis a grande questão para se pensar.
quarta-feira, 5 de maio de 2010
A SOBERANIA E AUTORIDADE DE DEUS
TEXTO ÁUREO - Ou não tem o oleiro poder sobre o barro, para da mesma massa fazer um vaso para honra e outro para desonra?” (Rm 9.21).
Questionar a moralidade das ações divinas é inadequado. As criaturas não têm o direito de objetar ao que seu Criador faz. Este ensinamento jamais deveria nos levar a pensar que uns são mais dignos que outros, mas sim, que o Criador controla toda a criação. Não há base para o ensino que afirma que podemos exigir de Deus, ou de alguma forma ‘pressioná-Lo’ a fazer algo. A criatura não tem o direito de exigir nada do seu Criador visto que sua existência depende dEle.
VERDADE PRÁTICA
Em sua inquestionável soberania, Deus trata as suas criaturas como bem lhe aprouver. Submetamo-nos, pois, à sua perfeita, infinita e sábia vontade.
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
Jr. 18: 1 - 10
PALAVRA-CHAVE
Soberania de Deus
- Do lat. “superanus“, um adjetivo qualificativo derivado de “super“, que significa “sobre”. “Soberano” é, portanto, aquele que está “sobre” algo ou alguém; Nesta lição, autoridade inquestionável que Deus exerce sobre
I. INTRODUÇÃO
Enquanto Jeremias observava o trabalho do oleiro, Deus colocava em sua mente duas grandes verdades. Deus tem autoridade e poder para formar e moldar reinos e nações como lhe agradar. Pode dispor de nós como lhe agradar, e seria tão absurdo que nós questionássemos isto, como se o barro discutisse com o oleiro. O Altíssimo mostra ao profeta que Ele pode e faz, sempre, o que é melhor (ainda que não entendamos assim). Meu plano realizar-se-á, executarei todas as minhas vontades..” Isaías 46.10
I. A VISITA À CASA DO OLEIRO
1. A casa do oleiro.
Localização da casa do oleiro – Extremo sul de Jerusalém, próximo da Porta do Oleiro e do vale dos filhos de Hinon.
Conhecendo o vale de Hinon:
Este vale localizava-se a sudoeste de Jerusalém. Seu nome equivalente, em grego, é Gehenna ou ‘inferno’, era um depósito de lixo, fora de Jerusalém, onde o fogo queimava dia e noite, e famoso por ser local de sacrifícios humanos pelo fogo, durante os reinados de Acaz e Manassés (2Cr 28.3; 33.6). Jeremias chamou-o o ‘vale da Matança’, um símbolo do terrível juízo de Deus (Jr 7.32)).
2. Seus instrumentos de trabalho.
A roda e o Barro - Um instrumento simples de trabalho, mas que ia render uma grande lição para Jeremias.
O oleiro com as pernas ele movimentava a roda que fazia o barro ou argila ir tomando do vaso desejado.
A lição da roda nos ensina como Deus trabalha em nossas vidas. Muitas vezes parede que estamos na roda e mão do oleiro sendo moldado por Ele. A medida que Deus trabalha, a nossa vida vai tomando forma de um vaso para uso de mestre.
3. A visita à casa do oleiro
Jeremias desce à casa do oleiro por ordem de Deus e ali aprende que tal como um oleiro pode remodelar um vaso mal formado, Deus remodelará seu povo disciplinando-o no exílio. Deus é soberano sobre o povo de Judá - a produção do oleiro depende da qualidade da argila; o que Deus faz do seu povo depende da reação deste. Jeremias representa o juízo divino pelo quebrar de um jarro feito de argila e é maltratado por causa de sua mensagem impopular: assim como a qualidade da argila limita as possibilidades de produção do oleiro, assim a qualidade do povo limita o que Deus fará com ele. Assim como o oleiro tem poder sobre a argila, de igual modo, Deus tem poder sobre nossa vida.
Judá naquele momento era representado pelo vaso que tinha se quebrado nas mãos do oleiro. Na simbologia do vosso quebrado que foi refeito, Deus mostrava a Jeremias o que ele poderia fazer com a nova nação no futuro.
II. A SOBERANIA DE DEUS
1. Definição
A soberania divina é a garantia de que as promessas de Deus jamais falham e a análise desta prerrogativa do Senhor é importantíssima para o fortalecimento de nossa fé.
A soberania de Deus recebe forte ênfase na Escritura. Ele é apresentado como o Criador, e Sua vontade como a causa de todas as coisas. Em virtude de Sua obra criadora, o céu, a terra e tudo o que eles contêm Lhe pertencem.
Ele está revestido de autoridade absoluta sobre as hostes celestiais e sobre os moradores da terra.
O termo “Soberania” denota uma situação em que uma pessoa, com base em sua dignidade e autoridade exerce poder supremo, sobre qualquer área em sua província. Um “soberano”, exercer, pleno autonomia e desconhece imunidades rivais.
Quando aplicado a Deus, indica total domínio sobre tudo. Como soberano que é, Deus exerce de modo absoluto a sua soberania.
No entanto, Deus respeita apenas o livre arbítrio do homem quanto a escolha, porem, dessa liberdade de escolha Deus pede conta.
Precisamos também entender que o livre arbítrio também está dentro da soberania de Deus, tendo em vista que o homem só vai até onde Deus permite. Não estamos partindo de conceitos do “Determinismo (predestinação)”
2. Soberania não é arbitrariedade
“Falar da soberania de Deus não é nada mais do que falar da sua Divindade” -. Deus exerce sua soberania em misericórdia abundante, não na rigorosa justiça.
Deus teve paciência com Judá, pois requeria da nação arrependimento. Caso a soberania de Deus fosse arbitraria cairia por terra a santidade e justiça.
A santidade de Deus requer a separação do homem em face ao pecado, enquanto que a justiça de Deus justifica ou condena de acordo com a sua soberania.
Quando falamos em condenação, estamos falando da reação da santidade de Deus em face do pecado. “Deus ama o pecador, mas odeia o pecado”.
3. Eleição e predestinação
Como entender ambas as doutrinas? Eleição é “o ato soberano de Deus, pela graça, através do qual ele escolheu em Cristo Jesus, para salvação, todos aqueles que previu que o aceitariam” (Thiessen citado por DUFFIELD). Predestinação é um termo mais abrangente, que envolve a eleição (para os crentes) e a reprovação (para os incrédulos).
4. O profeta Jeremias e a soberania de Deus
A descendência física de Abraão não coloca automaticamente as pessoas no Reino de Deus. Mesmo reivindicando essa descendência era fútil, pois os atos deles não evidenciavam essa descendência. O que os judeus jamais entenderam é que não é a árvore genealógica étnica ou familiar que garante aceitação perante Deus, mas sim honrá-Lo crendo e amando ao Senhor Jesus. Jeremias aprende que o oleiro, às vezes, descarta alguns potes por causa de sua má qualidade - e é o que alguns têm sido: barro ruim. Deus é soberano, no entanto, suas criaturas são livres para render-se, ou não, a Ele.
II. O CRENTE E A VONTADE DE DEUS
O objetivo da obra redentora de Cristo era criar um povo seu especial, purificado do pecado e zeloso de boas obras. O crente precisa submeter-se à vontade de Deus, a fim de que Ele opere em sua vida segundo o seu querer.
Essa eleição é uma expressão do amor de Deus, que recebe como seus todos que recebem seu Filho Jesus (Jo 1.12).
A eleição é Cristocêntrica, fomos eleito em Cristo, e isso se é possível a partir do momento que aceitamos a Cristo.
Quando estamos dentro do plano de Deus somos eleito para salvação, mesmo que o vaso seja frágil e quebre, Deus pode refazer esse vaso.
No éramos barro impróprio para vaso, por isso as vezes alguns vasos quebram nas mão do oleiro. Não resiste o poder da roda ou o amassar das mãos poderosa do oleiro. Ainda bem que são quebrados nas mão do oleirio.
Porque muitos vasos estão quebrados fora da olaria e das mão do oleiro. Eis o grande perigo.
Subsidio Teológico
Em 18.4 a palavra ‘quebrou’ é o mesmo termo hebraico usado para ‘cinto de linho‘ em 13.7, em que é traduzido por ‘apodrecido’. O barro era impróprio para o projeto do oleiro. Ele poderia fazer qualquer outra coisa daquela matéria prima, exceto o vaso inicialmente.
CONCLUSÃO
Existe “Duzentos” tipo de barros, mas apenas “oito” serve para ser vasos.
Porem, para Deus, o tipo de barro não importa. Deus deseja fazer do borro apodrecido ou impróprio, vasos para sua glória.
Que vasos somos nós? Eis a grande questão. Pense nisso é serio.
Boa aula a todos
Pb.Jaime Bergamim
Professor Da E.BD.
Templo Sede:
Campina Grande do Sul –Pr.
Região Metropolitana de Curitiba – Pr. Brasil
Questionar a moralidade das ações divinas é inadequado. As criaturas não têm o direito de objetar ao que seu Criador faz. Este ensinamento jamais deveria nos levar a pensar que uns são mais dignos que outros, mas sim, que o Criador controla toda a criação. Não há base para o ensino que afirma que podemos exigir de Deus, ou de alguma forma ‘pressioná-Lo’ a fazer algo. A criatura não tem o direito de exigir nada do seu Criador visto que sua existência depende dEle.
VERDADE PRÁTICA
Em sua inquestionável soberania, Deus trata as suas criaturas como bem lhe aprouver. Submetamo-nos, pois, à sua perfeita, infinita e sábia vontade.
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
Jr. 18: 1 - 10
PALAVRA-CHAVE
Soberania de Deus
- Do lat. “superanus“, um adjetivo qualificativo derivado de “super“, que significa “sobre”. “Soberano” é, portanto, aquele que está “sobre” algo ou alguém; Nesta lição, autoridade inquestionável que Deus exerce sobre
I. INTRODUÇÃO
Enquanto Jeremias observava o trabalho do oleiro, Deus colocava em sua mente duas grandes verdades. Deus tem autoridade e poder para formar e moldar reinos e nações como lhe agradar. Pode dispor de nós como lhe agradar, e seria tão absurdo que nós questionássemos isto, como se o barro discutisse com o oleiro. O Altíssimo mostra ao profeta que Ele pode e faz, sempre, o que é melhor (ainda que não entendamos assim). Meu plano realizar-se-á, executarei todas as minhas vontades..” Isaías 46.10
I. A VISITA À CASA DO OLEIRO
1. A casa do oleiro.
Localização da casa do oleiro – Extremo sul de Jerusalém, próximo da Porta do Oleiro e do vale dos filhos de Hinon.
Conhecendo o vale de Hinon:
Este vale localizava-se a sudoeste de Jerusalém. Seu nome equivalente, em grego, é Gehenna ou ‘inferno’, era um depósito de lixo, fora de Jerusalém, onde o fogo queimava dia e noite, e famoso por ser local de sacrifícios humanos pelo fogo, durante os reinados de Acaz e Manassés (2Cr 28.3; 33.6). Jeremias chamou-o o ‘vale da Matança’, um símbolo do terrível juízo de Deus (Jr 7.32)).
2. Seus instrumentos de trabalho.
A roda e o Barro - Um instrumento simples de trabalho, mas que ia render uma grande lição para Jeremias.
O oleiro com as pernas ele movimentava a roda que fazia o barro ou argila ir tomando do vaso desejado.
A lição da roda nos ensina como Deus trabalha em nossas vidas. Muitas vezes parede que estamos na roda e mão do oleiro sendo moldado por Ele. A medida que Deus trabalha, a nossa vida vai tomando forma de um vaso para uso de mestre.
3. A visita à casa do oleiro
Jeremias desce à casa do oleiro por ordem de Deus e ali aprende que tal como um oleiro pode remodelar um vaso mal formado, Deus remodelará seu povo disciplinando-o no exílio. Deus é soberano sobre o povo de Judá - a produção do oleiro depende da qualidade da argila; o que Deus faz do seu povo depende da reação deste. Jeremias representa o juízo divino pelo quebrar de um jarro feito de argila e é maltratado por causa de sua mensagem impopular: assim como a qualidade da argila limita as possibilidades de produção do oleiro, assim a qualidade do povo limita o que Deus fará com ele. Assim como o oleiro tem poder sobre a argila, de igual modo, Deus tem poder sobre nossa vida.
Judá naquele momento era representado pelo vaso que tinha se quebrado nas mãos do oleiro. Na simbologia do vosso quebrado que foi refeito, Deus mostrava a Jeremias o que ele poderia fazer com a nova nação no futuro.
II. A SOBERANIA DE DEUS
1. Definição
A soberania divina é a garantia de que as promessas de Deus jamais falham e a análise desta prerrogativa do Senhor é importantíssima para o fortalecimento de nossa fé.
A soberania de Deus recebe forte ênfase na Escritura. Ele é apresentado como o Criador, e Sua vontade como a causa de todas as coisas. Em virtude de Sua obra criadora, o céu, a terra e tudo o que eles contêm Lhe pertencem.
Ele está revestido de autoridade absoluta sobre as hostes celestiais e sobre os moradores da terra.
O termo “Soberania” denota uma situação em que uma pessoa, com base em sua dignidade e autoridade exerce poder supremo, sobre qualquer área em sua província. Um “soberano”, exercer, pleno autonomia e desconhece imunidades rivais.
Quando aplicado a Deus, indica total domínio sobre tudo. Como soberano que é, Deus exerce de modo absoluto a sua soberania.
No entanto, Deus respeita apenas o livre arbítrio do homem quanto a escolha, porem, dessa liberdade de escolha Deus pede conta.
Precisamos também entender que o livre arbítrio também está dentro da soberania de Deus, tendo em vista que o homem só vai até onde Deus permite. Não estamos partindo de conceitos do “Determinismo (predestinação)”
2. Soberania não é arbitrariedade
“Falar da soberania de Deus não é nada mais do que falar da sua Divindade” -. Deus exerce sua soberania em misericórdia abundante, não na rigorosa justiça.
Deus teve paciência com Judá, pois requeria da nação arrependimento. Caso a soberania de Deus fosse arbitraria cairia por terra a santidade e justiça.
A santidade de Deus requer a separação do homem em face ao pecado, enquanto que a justiça de Deus justifica ou condena de acordo com a sua soberania.
Quando falamos em condenação, estamos falando da reação da santidade de Deus em face do pecado. “Deus ama o pecador, mas odeia o pecado”.
3. Eleição e predestinação
Como entender ambas as doutrinas? Eleição é “o ato soberano de Deus, pela graça, através do qual ele escolheu em Cristo Jesus, para salvação, todos aqueles que previu que o aceitariam” (Thiessen citado por DUFFIELD). Predestinação é um termo mais abrangente, que envolve a eleição (para os crentes) e a reprovação (para os incrédulos).
4. O profeta Jeremias e a soberania de Deus
A descendência física de Abraão não coloca automaticamente as pessoas no Reino de Deus. Mesmo reivindicando essa descendência era fútil, pois os atos deles não evidenciavam essa descendência. O que os judeus jamais entenderam é que não é a árvore genealógica étnica ou familiar que garante aceitação perante Deus, mas sim honrá-Lo crendo e amando ao Senhor Jesus. Jeremias aprende que o oleiro, às vezes, descarta alguns potes por causa de sua má qualidade - e é o que alguns têm sido: barro ruim. Deus é soberano, no entanto, suas criaturas são livres para render-se, ou não, a Ele.
II. O CRENTE E A VONTADE DE DEUS
O objetivo da obra redentora de Cristo era criar um povo seu especial, purificado do pecado e zeloso de boas obras. O crente precisa submeter-se à vontade de Deus, a fim de que Ele opere em sua vida segundo o seu querer.
Essa eleição é uma expressão do amor de Deus, que recebe como seus todos que recebem seu Filho Jesus (Jo 1.12).
A eleição é Cristocêntrica, fomos eleito em Cristo, e isso se é possível a partir do momento que aceitamos a Cristo.
Quando estamos dentro do plano de Deus somos eleito para salvação, mesmo que o vaso seja frágil e quebre, Deus pode refazer esse vaso.
No éramos barro impróprio para vaso, por isso as vezes alguns vasos quebram nas mão do oleiro. Não resiste o poder da roda ou o amassar das mãos poderosa do oleiro. Ainda bem que são quebrados nas mão do oleirio.
Porque muitos vasos estão quebrados fora da olaria e das mão do oleiro. Eis o grande perigo.
Subsidio Teológico
Em 18.4 a palavra ‘quebrou’ é o mesmo termo hebraico usado para ‘cinto de linho‘ em 13.7, em que é traduzido por ‘apodrecido’. O barro era impróprio para o projeto do oleiro. Ele poderia fazer qualquer outra coisa daquela matéria prima, exceto o vaso inicialmente.
CONCLUSÃO
Existe “Duzentos” tipo de barros, mas apenas “oito” serve para ser vasos.
Porem, para Deus, o tipo de barro não importa. Deus deseja fazer do borro apodrecido ou impróprio, vasos para sua glória.
Que vasos somos nós? Eis a grande questão. Pense nisso é serio.
Boa aula a todos
Pb.Jaime Bergamim
Professor Da E.BD.
Templo Sede:
Campina Grande do Sul –Pr.
Região Metropolitana de Curitiba – Pr. Brasil
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